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O Comitê de Gestão da Rede Brasileira de Ciência Cidadã (RBCC) informa à comunidade novidades relacionadas à identidade visual da Rede e de seus Grupos de Trabalho (GTs).
Logomarcas próprias para os Grupos de Trabalho
Todos os GTs da RBCC passam a contar com logomarca própria. As novas logos podem ser utilizadas em materiais de divulgação de eventos e demais atividades organizadas pelos grupos.
O uso das logomarcas deve seguir obrigatoriamente as diretrizes estabelecidas no Manual de Identidade Visual da Rede, garantindo a padronização e a coerência da comunicação institucional em todos os materiais produzidos.
Os arquivos das logomarcas e o Manual de Identidade Visual estão disponíveis para download em:
Modelo para camisetas dos GTs
Para os GTs e integrantes interessados em produzir camisetas personalizadas com as logomarcas dos grupos, foi desenvolvido um modelo padrão a ser seguido, também em conformidade com o Manual de Identidade Visual da Rede.
O modelo está disponível em:
Dúvidas e contato
Em caso de dúvidas sobre o uso das logomarcas ou sobre as diretrizes de identidade visual, entre em contato com o Comitê de Gestão pelo e-mail:
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O GT3 - Capacitação e Produção de Materiais Educativos da Rede Brasileira de Ciência Cidadã (RBCC), em parceria com o Instituto Nacional de Ciência Cidadã (INCC), apresenta o primeiro Guia Brasileiro de Ciência Cidadã. A publicação estará disponível nas versões impressa, em tiragem limitada com pré-venda até dia 3 de agosto, e digital, para download a partir de setembro de 2026.
O Guia reúne, em um só lugar, os fundamentos da Ciência Cidadã, sua história no Brasil e no mundo, e um passo a passo prático para planejar projetos. A obra também traz dezenas de exemplos reais de iniciativas brasileiras, do monitoramento de biodiversidade à astronomia amadora.
A publicação é fruto de um trabalho coletivo que levou três anos. O Guia foi elaborado por 26 autoras e autores, de áreas como biologia, educação, geografia, história, engenharia, saúde e biblioteconomia.
O GT3 pensou a obra para professoras e professores da educação básica, estudantes, cientistas acadêmicos, gestores de Unidades de Conservação, equipes de ONGs e tomadores de decisão.
O lançamento oficial do Guia ocorrerá em setembro, durante o II Encontro Brasileiro de Ciência Cidadã (EBCC), em Curitiba (PR). A versão digital estará disponível para download gratuito no Zenodo da RBCC, em data a ser divulgada futuramente.
Como encomendar a versão impressa:
- Prazo: pedidos e pagamento até o dia 3 de agosto de 2026
- Retirada: em mãos, durante o II EBCC, em Curitiba/PR
- Valor: R$ 35,00
- Garanta seu exemplar aqui: https://forms.gle/sBFnG4ka8HasKQ1r5
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A publicação da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI) 2024–2034 representa um marco para a Ciência Cidadã e a Ciência Aberta no Brasil. Pela primeira vez, ambos os temas aparecem de forma explícita no principal documento de planejamento estratégico da política nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), que orientará as prioridades, programas e investimentos do setor ao longo da próxima década.
A ENCTI é o instrumento que estabelece as diretrizes de longo prazo para o fortalecimento do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI), definindo os grandes desafios nacionais, áreas prioritárias e orientações para a atuação do Estado brasileiro em CT&I. Sua elaboração resultou de um amplo processo participativo que incluiu a realização da 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (5ª CNCTI), após quatorze anos sem conferências nacionais, além de consultas públicas e diálogos com diferentes segmentos da sociedade.
A Ciência Aberta e a Ciência Cidadã já haviam conquistado espaço nos debates da 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (5ª CNCTI), especialmente nos documentos que consolidaram suas discussões e recomendações, como o Livro Lilás – Relatório Geral da 5ª CNCTI e o Livro Violeta – Ciência, Tecnologia e Inovação para um Brasil justo, sustentável e desenvolvido. Esses documentos refletiram anos de trabalho de instituições, redes e comunidades que vêm promovendo a abertura do conhecimento científico, a participação social na ciência e a democratização dos processos de produção do conhecimento.
A consulta pública, entretanto, desempenhou um papel decisivo para ampliar e qualificar essa presença na nova ENCTI. Realizada entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, ela recebeu 863 comentários de diferentes setores do Sistema Nacional de CT&I. Entre eles, 193 contribuições abordaram temas relacionados à Ciência Aberta, incluindo 55 de propostas voltadas à Ciência Cidadã. Atendendo ao chamado da RBCC, a comunidade participou ativamente desse processo, defendendo o fortalecimento da Ciência Cidadã e da Ciência Aberta como componentes estratégicos da política científica nacional. O documento produzido pela RBCC recebeu 23 manifestações formais de apoio na plataforma Brasil Participativo, evidenciando a mobilização da comunidade em torno dessa agenda.
Os resultados desse esforço coletivo podem ser observados no texto final da ENCTI. No caso da Ciência Aberta, a consulta pública contribuiu para ampliar significativamente seu destaque no documento. Além de fortalecer sua presença ao longo da Estratégia, o texto final passa a recomendar explicitamente a promoção da Ciência Aberta no âmbito do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI).
No caso da Ciência Cidadã, o principal avanço foi de natureza qualitativa. As referências ao tema tornaram-se mais consistentes e alinhadas às concepções defendidas pela comunidade brasileira. O texto final associa a Ciência Cidadã a valores como participação social, valorização dos saberes locais, produção colaborativa do conhecimento, inclusão de diferentes atores sociais e fortalecimento das relações entre ciência e sociedade. Além disso, a Estratégia passa a reconhecer a Ciência Cidadã como uma abordagem transversal para o fortalecimento da CT&I, recomendando a expansão de políticas voltadas à participação social na produção, interpretação e uso do conhecimento, de modo a integrar saberes locais, práticas comunitárias e tecnologias sociais. A ENCTI também destaca a importância de fortalecer redes colaborativas de inovação social, tecnologia social e Ciência Cidadã como estratégias para o desenvolvimento sustentável e a inclusão produtiva.
Outro avanço é a definição de Ciência Cidadã incluída no glossário da Estratégia, que passou a dialogar de forma mais direta com a concepção adotada pela Rede Brasileira de Ciência Cidadã (RBCC).
A inclusão desses temas na ENCTI possui implicações que vão muito além do reconhecimento simbólico. A partir de agora, Ciência Cidadã e Ciência Aberta passam a integrar formalmente um documento estratégico de Estado. Isso fortalece a capacidade de incidência da comunidade junto a ministérios, agências de fomento, fundações de amparo à pesquisa, universidades e demais atores do Sistema Nacional de CT&I.
Na prática, a nova Estratégia cria condições mais favoráveis para a defesa de programas específicos, linhas de financiamento, ações de formação e capacitação, mecanismos de reconhecimento institucional e iniciativas voltadas à ampliação da participação pública na ciência e à abertura do conhecimento científico. Contudo, esses avanços não ocorrerão de forma automática. A incorporação da Ciência Cidadã à ENCTI constitui uma oportunidade política que precisará ser mobilizada pela própria comunidade. Cabe agora à toda a comunidade que faz parte da RBCC e aos demais atores envolvidos utilizar esse reconhecimento para fortalecer sua articulação institucional e ampliar o diálogo com o poder público em defesa de políticas, programas e instrumentos concretos de apoio à Ciência Cidadã.
A todos que participaram da consulta pública, enviaram contribuições, compartilharam documentos, mobilizaram colegas e defenderam a presença desses temas na Estratégia Nacional, a RBCC registra seu agradecimento. O desafio agora é transformar esse reconhecimento em ações concretas, fortalecendo a Ciência Cidadã e a Ciência Aberta como componentes permanentes da política científica brasileira.
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Evento acontece em Curitiba entre 9 e 11 de setembro — e a RBCC estará lá.

Nos dias 9, 10 e 11 de setembro de 2026, Curitiba (PR) sediará o II Encontro Brasileiro de Ciência Cidadã (EBCC). Organizado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), o evento conta com o apoio da Rede Brasileira de Ciência Cidadã (RBCC), idealizadora do Encontro, e reunirá pesquisadores e a comunidade no Campus Politécnico da Universidade para debater os avanços e desafios do campo.
A programação inclui palestras, mesas-redondas, oficinas, sessões interativas e apresentações de trabalhos vinculados a diferentes dimensões da Ciência Cidadã. As atividades abrangem desde discussões teóricas e conceituais até experiências práticas, processos formativos, estratégias de comunicação e debates sobre políticas públicas.
Com o encerramento do período de submissão, os trabalhos recebidos encontram-se atualmente em fase de avaliação pela Comissão Científica.
Para acompanhar as próximas atualizações, consulte os canais oficiais do evento: o site do II EBCC e o perfil no Instagram.
Setembro chega em breve. Nos encontramos em Curitiba!
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São Paulo, 20 de março de 2026, por Pedro Bravo, Karen Sailer, Julianna Arita, Luan de Melo, Luca Schirru e Natalia Pirani Ghilardi-Lopes
No início de março de 2026, pesquisadores da Rede Brasileira de Ciência Cidadã (RBCC) e do Instituto Nacional de Ciência Cidadã (INCC) marcaram presença na 6ª edição da Conferência da Associação Europeia de Ciência Cidadã (ECSA), realizada entre os dias 3 e 6 de março em Oulu, na Finlândia. Um dos mais relevantes fóruns globais dedicados à democratização da ciência e à participação pública na pesquisa, o evento reuniu centenas de pesquisadores e praticantes da ciência cidadã de diferentes partes do mundo. O tema desta edição foi “Citizen Science bridging Centre and Periphery” (Ciência cidadã: uma ponte entre o centro e a periferia) e propôs explorar a diversidade de contextos em que a ciência cidadã se desenvolve e seu potencial como elo entre centros de poder científico e suas periferias geográficas, culturais, sociais e institucionais. Uma aspiração que, como os debates ao longo dos quatro dias de evento deixaram evidente, é também um campo de tensão ainda em aberto.
A participação brasileira foi expressiva. Foram apresentados cinco pôsteres e uma comunicação oral, com temáticas que abrangem desde práticas locais de engajamento social e divulgação científica até o fortalecimento institucional, a capacitação teórica em ciência cidadã e os desafios jurídicos emergentes:
- Pôster: Exploring Citizen Science Engagement Strategies Across Social and Cultural Contexts in Brazil – Julianna Toyota Arita, Jeferson Coutinho, Blande Viana e Allan Yu Iwama (https://www.ecsa2026.ngo/programme/#17265.92969).
- Pôster: Citizen Science Beyond the Global North: The Role of the Brazilian Citizen Science Network (RBCC) in Decentralizing Knowledge and Practice – Natalia Pirani Ghilardi-Lopes, Pedro Bravo, Walter Eler do Couto, João Victor A. Lacerda, Juliana Silva França, Luana Rocha e Fabiana Oliveira da Silva (https://www.ecsa2026.ngo/programme/#17265.92540).
- Pôster: Citizen science and scientific dissemination: strategies and experiences of a national institute in Brazil – Karen Sailer Kletemberg, Joana Giacomassa, Luan Alves de Melo e Alice Lima (https://www.ecsa2026.ngo/programme/#17265.92503).
- Pôster: Training in Citizen Science: A Systematic Literature Review – Joselaine Setlik, Isabela Maria Seabra de Lima e Natalia Pirani Ghilardi-Lopes (https://www.ecsa2026.ngo/programme/#17265.92673).
- Pôster: Legal challenges of data use in citizen science projects - Luca Schirru e Sarita Albagli (https://www.ecsa2026.ngo/programme/#17265.92819).
- Comunicação oral: Legal Challenges in Citizen Science in the Age of Generative AI – Luca Schirru (https://www.ecsa2026.ngo/programme/#17107.92838).
Na sessão de pôsteres, os trabalhos brasileiros geraram conversas contínuas ao longo de toda a apresentação, com particular interesse dos visitantes pela seção dedicada aos desafios enfrentados pela ciência cidadã no contexto brasileiro, especialmente as tensões entre o modelo participativo proposto internacionalmente e as condições estruturais, políticas e culturais da América Latina.
O que foi debatido — e o que ficou ressoando
Mais do que um catálogo de projetos, a ECSA 2026 ofereceu um espaço para tensionamentos importantes sobre os rumos globais da ciência cidadã. Um dos embates centrais girou em torno dos Princípios da ECSA, documento que orienta práticas de ciência cidadã e tem sido traduzido e adotado por associações em múltiplos países, inclusive pela RBCC. Uma doutoranda de Uganda apresentou pesquisa crítica sobre a aplicabilidade desses princípios em contextos do Sul Global, apontando que alguns deles partem de premissas individualistas e de condições de infraestrutura, alfabetização e tempo que nem sempre estão presentes em outros contextos. A discussão evidenciou que ao menos parte do documento foi concebida com a realidade europeia como referência implícita,algo reconhecido, inclusive, por pesquisadoras que participaram de sua elaboração original.
O desdobramento dessa discussão foi a abertura de um grupo de trabalho da ECSA para revisão dos princípios, com convite à participação de pesquisadores de fora da Europa.
Esse debate articulou-se com uma mesa dedicada à decolonialidade na ciência cidadã, em que foram retomadas iniciativas latino-americanas e africanas que operam a partir de outras lógicas e limitações, e que, justamente por isso, frequentemente chegam a soluções e perguntas distintas. A Carta de Manaus sobre monitoramento participativo foi citada como exemplo de produção de conhecimento situada, gerada a partir de demandas concretas do Sul Global. Esses momentos dialogaram diretamente com o tema central do evento: a distância entre centro e periferia não é apenas geográfica, mas epistemológica; e reduzi-la exige mais do que incluir vozes do Sul Global como convidadas, mas reconhecê-las como produtoras legítimas de conhecimento e de metodologia.
Outro aspecto que chamou atenção foi a forma como a América Latina, e o Brasil em particular, dado o peso simbólico da Amazônia, foi percebida por parte dos participantes. Em alguns momentos, o interesse pelo contexto brasileiro assumiu um caráter exotizante, como se a região fosse, antes de um produtor de conhecimento, um objeto de intervenção. Essa percepção, compartilhada por pesquisadores latino-americanos e africanos presentes, aponta para uma assimetria ainda presente nas relações entre centros e periferias da ciência global e coloca para a RBCC uma questão relevante: como se posicionar nesse cenário de forma a afirmar sua expertise e contribuir para a reconfiguração dessas relações?
No plano mais prático, o intercâmbio revelou que certas dificuldades transcendem fronteiras: questões relacionadas à qualidade de dados, à governança e à manutenção do engajamento persistem tanto no Brasil quanto na Europa. A heterogeneidade cultural, de ambos os lados, torna necessário adaptar estratégias de engajamento a contextos específicos, o que reforça a importância de fóruns como o ECSA para o avanço coletivo do campo.
Durante a conferência, diferentes iniciativas sinalizaram possíveis rumos estratégicos para o fortalecimento e a consolidação da ciência cidadã no contexto europeu. Entre os destaques esteve o workshop dedicado à avaliação do Citizen Science Competency Framework (CitSciComp), que buscou discutir e refinar a definição de competências consideradas essenciais para pesquisadores, gestores e demais atores envolvidos em projetos participativos, evidenciando uma tendência de maior profissionalização e sistematização formativa no campo. Paralelamente, diversos momentos do evento enfatizaram o avanço das discussões sobre a criação de uma infraestrutura pan-europeia de ciência cidadã, com destaque para a iniciativa RIECS-Concept, voltada à integração de recursos, plataformas digitais, instrumentos comunitários e modelos de governança capazes de reduzir a fragmentação institucional e técnica atualmente existente. Em conjunto, essas propostas contribuem para ampliar o debate europeu ao reforçar a importância de temas como capacitação, interoperabilidade de dados, governança participativa e sustentabilidade de longo prazo, considerados elementos centrais para o fortalecimento da credibilidade científica e do impacto social das práticas de produção colaborativa do conhecimento.
Projetos e iniciativas em destaque
A conferência apresentou uma variedade rica de projetos. A tabela abaixo reúne os destaques organizados por área temática:
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Projeto |
Área |
Descrição |
Link |
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Tell Us About Accidental Injuries |
Saúde |
Plataforma de engajamento de pacientes para relato de lesões acidentais |
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SelEe |
Saúde |
Aplica abordagem de ciência cidadã à pesquisa sobre doenças raras |
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Voluntarios por el Agua |
Meio ambiente |
Monitoramento participativo da água no Chile |
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GreenInCities |
Meio ambiente |
Ciência cidadã aplicada à infraestrutura verde urbana |
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Flow |
Meio ambiente |
Monitoramento participativo de água doce |
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FunDive |
Meio ambiente / Biodiversidade |
Mapeamento participativo da diversidade fúngica para conservação |
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OdourCollect |
Ambiente urbano |
Monitoramento coletivo de odores urbanos |
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ScienceUS |
Infraestrutura |
Rede europeia de projetos interconectados de ciência cidadã |
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More4Nature |
Meio ambiente |
Contribuições da ciência cidadã para políticas ambientais |
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CREDO Detector |
Física / Astrofísica |
Usa celulares como detectores de raios cósmicos |
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MICS |
Avaliação de impacto |
Plataforma para avaliação de impacto de projetos de ciência cidadã |
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Waag Futurelab |
Arte e ciência |
Iniciativas na interface entre arte, tecnologia e ciência cidadã |
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Anchor Points |
Saúde / Inovação rural |
Inovação criativa para pessoas com Alzheimer no noroeste austríaco |
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Engajamundo |
Participação / Brasil |
Plataforma brasileira de engajamento cidadão em políticas globais |
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EUGREEN BioUNIVERSITY |
Biodiversidade / Ensino superior |
Rede de universidades europeias com projeto guarda-chuva no iNaturalist |
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EU Citizen Science Academy |
Formação |
Plataforma aberta de recursos educacionais em ciência cidadã |
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RIECS |
Infraestrutura |
Proposta de infraestrutura pan-europeia de ciência cidadã |
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Jogo Google Earth Engine |
Educação |
Jogo educativo baseado no Google Earth Engine |
Por fim, seguem algumas publicações que circularam nos debates
– Bærøe et al. (2022). Pursuing impact in research: towards an ethical approach. BMC Medical Ethics, 23(1), 37.
– Benyei et al. (2023). Challenges, Strategies, and Impacts of Doing Citizen Science with Marginalised and Indigenous Communities. Citizen Science: Theory and Practice, 8(1).
– Fraisl et al. (2020). Mapping citizen science contributions to the UN Sustainable Development Goals. Sustainability Science, 15(6), 1735–1751.
– Groom, Weatherdon & Geijzendorffer (2017). Is citizen science an open science in the case of biodiversity observations? Journal of Applied Ecology, 54(2), 612–617.
– Hofer & Kaufmann (2023). Actors, arenas and aims: A conceptual framework for public participation. Planning Theory, 22(4), 357–379.
– Montanari & Haklay (2023). European Citizen Science: D4.1 Blueprint for the European Citizen Science Academy. https://doi.org/10.5281/zenodo.10521787
– Ozolinčiūtė et al. (2022). Guidelines for Research Ethics and Research Integrity in Citizen Science. Research Ideas and Outcomes, 8, e97122.
– Pocock et al. (2019). Developing the global potential of citizen science. Journal of Applied Ecology, 56(2), 274–281.
– Poetz & Sauermann (2024). How And When To Involve Crowds In Scientific Research. Edward Elgar Publishing. https://www.sciencewithcrowds.org/
– White Paper on Citizen Science (2014). Comissão Europeia. https://ec.europa.eu/futurium/en/system/files/ged/socientize_white_paper_on_citizen_science.pdf
Como síntese da participação brasileira na ECSA 2026, o encontro em Oulu reforçou tanto o potencial quanto os desafios que atravessam o campo da ciência cidadã em escala global. Para a Rede Brasileira de Ciência Cidadã e o Instituto Nacional de Ciência Cidadã, a experiência evidenciou a importância de ampliar diálogos internacionais sem perder de vista as especificidades sociais, políticas e culturais que moldam as práticas no Sul Global.
- Municípios brasileiros estão transformando práticas de Ciência Cidadã em políticas públicas
- Consulta Pública sobre a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI) 2024-2034
- Curso da UFABC debate dilemas éticos e epistemológicos da ciência cidadã
- Reunião aberta marca transição de gestão da RBCC: balanço 2023-2025 e plano para 2025-2027